Kyrie Irving não é anti-vacina, quer ser a voz dos sem voz

Kyrie Irving ainda não falou desde que os Brooklyn Nets anunciaram que ele não jogaria nesta temporada a menos que seja vacinado. Por outro lado, fontes próximas ao jogador fizeram questão de fornecer detalhes para que as pessoas entendessem melhor o estado de espírito em que o base All-Star se encontra.

De acordo com o The Athletic, Kyrie Irving não é anti vacinação, mas simplesmente está comprometido em “numa luta maior” contra o que ele vê como “um controlo sobre a vida das pessoas e da sociedade”. Ele teria explicado longamente aos seus companheiros de equipa e à administração dos Nets as razões da sua escolha de se recusar a ser vacinado.

Ainda de acordo com as mesmas fontes, Kyrie Irving quer ser “uma voz para os que não têm voz” e sente-se “bem o suficiente na sua vida” para assumir, financeiramente e desportivamente, esta decisão.

Não sabemos se é simplesmente o facto de a vacina ser obrigatória que incomoda Kyrie e ele não é da ideia de que a vacina é um pretexto para controlar a população, ou se, não se vacinou devido a algumas cidades e estados tornarem obrigatória na maioria dos lugares públicos?

É uma pena não vermos um jogador desta qualidade a jogar e uma pessoa tão especial como Kyrie. A grande maioria das lutas e causas que defende são notáveis ​​e a sua generosidade é inquestionável.

Já o vimos a comprar uma casa à mãe de George Floyd, pagar a escola completa a alunos, comprar frequentemente presentes de Natal para crianças necessitadas, dar 250.000 dólares para o Dia de Ação de Graças em New York, dar 1,5 milhões para jogadoras da WNBA que não conseguiram chegar à bolha durante a temporada de 2020, envolver-se com uma tribo nativa americana para evitar a construção de um oleoduto nas suas terras.

Mas nesta nova luta é muito complicado acompanhá-lo e entender as suas motivações.

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