Estados Unidos que se cuidem

É sabido do talento enorme dos Sérvios para o basquete, algo que se comprova com o histórico da seleção em Jogos Olímpicos, Mundiais e Europeus da modalidade, com muitas dessa conquistas a virem do tempo da ex-Jugoslávia.

Também não é menos sabido que a Sérvia está a atravessar um grande período em termos de basquetebol, com uma geração que inclui Jokic, Teodosic, Marjanović, Bogdanovic ou Bjelica. Estes nomes, entre outros, ajudaram a Sérvia a ser uma força a ter em conta no panorama Mundial, con destaque para as finais do Mundial em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, em ambos os casos derrotado por uns super Estados Unidos.

Mas apesar das derrotas contra os Americanos, o selecionador Sérvio, Sasa Djordevic, está confiante num duelo contra os Estados Unidos. “Vamos deixá-los jogar o basquete deles e nós jogaremos o nosso, e se nos encontrarmos, que Deus os ajude.”

Estas foram as confiantes palavras do selecionador, também consciente que os Estados Unidos não estarão na sua máxima força, como em 2016, quando os Sérvios foram derrotados 2 vezes pelos Americanos, apesar de no jogo da fase de grupos terem estado muito perto de causar uma surpresa, perdendo por apenas 1 ponto, e tendo até jogado melhor, mas sendo arrasados depois na final.

Acerca das ausências da seleção Americana, o selecionador Sérvio comparou a situação com a da sua equipa em 2017 no EuroBasket.

Para rematar, Djordevic disse não estar só preocupado com os Estados Unidos, mencionado outras equipas que estão no torneio que poderão ir longe, como Grécia, Rússia, França, Argentina, Espanha, Brasil ou Canadá.

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