O final eterno ainda é um problema
A NBA é um espetáculo. Pode ser a liga mais difícil do mundo, mas é antes de tudo um produto de marketing. Tudo é planeado como um negócio. As regras são muitas vezes feitas com a ideia de tornar o produto mais fácil de vender ao público.
Mas há um problema. O final dos jogos. O suspense final transmite emoções e mantém todos a olhar para o espetáculo. Mas quando dura muito tempo, cansa (para os fãs, em especial aos portugueses, acordados de madrugada também é complicado).
Entre os descontos de tempo, anúncios e concursos de lance livre, os últimos segundos de um jogo às vezes podem ser muito, muito longos. Um novo exemplo durante o confronto entre os Milwaukee Bucks e os Brooklyn Nets. Os últimos 21 segundos do quarto período duraram … 17 minutos! Uma eternidade!
A mesma análise durante o jogo recente entre os Los Angeles Lakers e os Clippers, quando o último minuto levou mais de meia hora.
A NBA terá de enfrentar este problema de uma forma ou de outra. Jogos muito longos, que se estendem por mais de duas horas, podem desencorajar alguns espectadores.
Depois, é lógico que os treinadores façam de tudo o que estiver ao seu alcance para vencer, mesmo que isso signifique parar o relógio, pedir desconto de tempo e “forçar” erros. Uma análise terá de ser feita para encontrar o cenário certo.

