Vitória da seleção em Albufeira

Em jogo disputado ontem em Albufeira, a seleção portuguesa conseguiu vencer frente à Albânia por 70-62. A partida é referente á ronda de pré-qualificação para o Mundial de 2023. O jogo não começou bem para os portugueses, perdendo o primeiro período por 9-18, com os lançamentos a não saírem bem. A equipa melhora a eficácia e chega ao intervalo empatada a 31 pontos. O terceiro período continuou com fraca finalização, com a Albânia a terminar na frente por 44-47. No quarto período, o marcador com menos de minuto e meio para o final assinalava um empate a 62. A seleção consegue um parcial de 8-0, selando a vitória em definitivo.

No global, a equipa teve dificuldade no lançamento, terminou com o 17.6% no lançamento de 3pontos. A insistência numa defesa mais pressionante na segunda parte foi decisiva.

Destaques para Claudio Fonseca (16pts, 6 res) e Diogo Ventura (12pts, 5res, 4ast, 4rb) por Portugal e Celis Taflaj (18pts, 5res, 2ast) e  Gerti Shima (12pts, 8res, 3ast) na Albânia.

Segue-se um jogo em Minsk na segunda-feira, frente ao adversário mais forte do grupo a Bielorrússia, que venceu o Chipre por 97-41 nesta ronda.

Comentários no final do jogo:

Mário Gomes (selecionador nacional) “Quero dedicar esta vitória ao Vladyslav Voytso e ao João Guerreiro, que foram tão importantes como os que jogaram, e ao José Barbosa, que espero que recupere rápido e regresse aos campos. A Albânia causou-nos muitas dificuldades, o que foi agravado pela nossa ansiedade inicial e o jogo complicou-se. Cometemos erros táticos, mas soubemos ganhar. Alguns jogadores soltaram-se e estou feliz por eles.”

Diogo Ventura (jogador) “Foi um jogo muito difícil, porque tivemos pouco tempo de preparação, mas a equipa lutou muito. As coisas não correram bem na primeira parte, mas soltámo-nos no último quarto. Os lançamentos entraram e defendemos com mais agressividade. Ganhámos na luta.”

Rafael Lisboa (jogador) “Fico contente por ajudar Portugal a ganhar. Esta vitória foi difícil, consegui marcar alguns pontos decisivos, mas o mais importante é que vencemos. Hoje fui eu, amanhá é outro, o que importa é o resultado final. Quando estamos dentro de campo, as emoções passam-nos um pouco ao lado, mas os meus lançamentos acabaram por sair bem. A equipa tem alguns elementos novos, que ainda não se conhecem bem dentro de campo, e isso torna difícil a preparação para uma partida internacional.”

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