Vícios do Draft: Cavs e a “sorte divina”

Ao explorarmos mais a fundo a teoria de que o draft pode ter sido inúmeras vezes viciado pela NBA surgem novos casos com contornos duvidosos.

Depois do episódio de 1985 (talvez dos casos que mais dúvidas levantou), tivemos várias ocasiões para duvidar da verdade do draft.

Cavs contra todas as odds

Se vos dissessem que uma equipa conseguia ter 3 picks número 1 em 4 anos vocês acreditariam?
Isso foi exatamente o que aconteceu com os Cavs.
Em 4 anos, os Cavs escolheram Irving, Bennet e Andrew Wiggins (o último foi trocado por Kevin Love).

Depois da saída de LJ para Miami, os Cavs mostraram a todos que eram dependentes do astro de Ohio.
Assim, nas épocas que se seguiram à saída de LeBron, os Cavaliers conseguiram obter 3 vezes a 1ª pick do draft, ficando assim a questão se a NBA estaria a tentar reerguer a equipa de Cleveland, ou então a tentar fazer LJ voltar para a sua equipa do coração.

David Stern e a pick número 1 do draft de 2011 – Kyrie Irving

Nas três vezes que os Cavs ganharam a derradeira pick do draft, as percentagens para que isso acontecesse foram sempre baixas (2,8%, 15,6% e 1,7%).
Algo que fez com que este tipo de teorias ganhasse força foi também o facto de a NBA não fazer o sorteio das picks em direto, mas sim escondido de todo o público, onde poderia obter os resultados que lhe agradecem.

Desta forma, a NBA pareceu ter beneficiado recorrentemente a equipa dos Cavaliers, em ordem de a tornar mais forte, dando mais energia a um franchise que se assentava num só um jogador.
Com a saída de James, a equipa de Ohio perderia público, publicidade e fãs. Algo que a NBA não quereria e não poderia permitir.
Será que a NBA viciou estes 3 drafts de modo a favorecer os Cleveland Cavaliers?

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