Pick nº1 do Draft 2026 pode valer 100 milhões!

O valor de uma escolha alta no draft da NBA nunca foi apenas simbólico. Trata-se de talento puro… com contrato controlado durante vários anos. Essa combinação, potencial de estrela + custo reduzido, é ouro puro para qualquer franquia.

Mas em 2026, o cenário parece ainda mais extremo.

Com nomes como Darryn Peterson, AJ Dybantsa e Cameron Boozer projetados como potenciais pilares de equipas, a corrida ao topo do draft está a atingir níveis raramente vistos.

Segundo revelou Brian Windhorst, um executivo da liga terá afirmado que a pick nº1 deste ano “vale 100 milhões de dólares”. Não no sentido literal, já que a NBA não permite leilões abertos de escolhas, mas como estimativa do valor estratégico que teria se pudesse ser comprada livremente.

A comparação é curiosa: no futebol europeu, transferências acima dos 100 milhões são raras e normalmente reservadas a estrelas já consolidadas. Jogadores como Kylian Mbappé ou Jude Bellingham atingiram esse valor ainda jovens, mas já com provas dadas ao mais alto nível.

Na NBA, o conceito é diferente. Aqui, o “investimento” é num potencial que pode transformar uma organização durante uma década, com salário de rookie scale muito abaixo do valor real de mercado de uma estrela.

Porque é que a pick vale tanto?

  1. Contrato barato durante 4 anos
  2. Controlo total da equipa sobre a extensão
  3. Flexibilidade salarial para construir à volta da estrela
  4. Possível impacto imediato competitivo e comercial

Se um jogador escolhido no topo corresponder às expectativas, a equipa obtém valor desportivo equivalente a um contrato máximo… pagando uma fração disso.

É por isso que a luta pelas piores classificações, e a discussão sobre tanking, ganha tanto peso quando o draft apresenta talentos geracionais.

Um draft que pode mudar rumos

Com Peterson, Dybantsa e Boozer a acumularem exibições dominantes, as organizações já veem o Draft 2026 como potencialmente transformador. E quando um alguém fala num valor hipotético de 100 milhões, está a sublinhar algo simples:

Não é apenas uma escolha. É uma década de controlo sobre um possível franchise player.

Filipe Pereira

Alguém que é apaixonado pelo basquetebol e tudo aquilo que o envolve.

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